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Câmara reativa Plano de Defesa da Floresta e Conselho Municipal de Juventude
publicado a 5 de maro de 2014

A Câmara Municipal de Gondomar aprovou, hoje de manhã, por unanimidade, em reunião pública realizada no edifício da antiga Junta de Freguesia de Fânzeres, o Plano de Ação de Defesa da Floresta contra Incêndios e Gestão de Espaços Florestais para o ano de 2014.

O documento prevê ações de prevenção a dinamizar pela Autarquia e a promoção da dinamização do ordenamento dos terrenos com ocupação florestal em zonas urbanas. Estas ações, lê-se na proposta aprovada, decorrem do trabalho que tem sido desenvolvido com as populações, com os proprietários florestais, com as Juntas de Freguesia, com a Portucalea, Associação Florestal do Grande Porto e com os corpos de bombeiros, de molde a reduzir os riscos de incêndio e danos a terceiros, a área ardida e promover a gestão e o uso dos espaços florestais do Concelho.

Também por unanimidade, a Câmara decidiu acionar as garantias da obra desenvolvida na EB 2,3 de Rio Tinto, tendo em vista a “reparação geral de todas as portas interiores em madeira”, anomalias que foram comunicadas ao empreiteiro e que não executou o seu conserto.

Destaque, também, para a reativação do Conselho Municipal de Juventude de Gondomar, órgão consultivo do Município, criado em 1998 e inativo desde 2004, que garantia a representação de todas as organizações de juventude do Concelho, ao nível académico, cultural, desportivo, partidário e recreativo, fomentando o envolvimento dos jovens e das associações que os representem em todas as atividades que a eles se destinam.

Na reunião pública de hoje da Câmara Municipal foi ainda aprovada, também por unanimidade, um Programa de Apoio ao Arrendamento que preconiza a atribuição de 11 fogos municipais situados nas freguesias de Rio Tinto e Valbom através de concurso por sorteio. De referir que os fogos em causa foram adquiridos/construídos para colocação em regime de venda no mercado sem, contudo, ter conseguido alcançar esse objetivo. O documento aprovado tem em consideração que grande parte dos munícipes que procuram habitação social não reúne critérios para a sua atribuição mas, por outro lado, também não usufrui de rendimentos que lhes permitam arrendar, no mercado, uma habitação condigna.

Na terceira reunião pública deste ano da Câmara Municipal, que vai percorrer todas as freguesias do Concelho, os munícipes puderam interpelar o Presidente da Autarquia sobre os mais variados assuntos. Marco Martins teve disponibilidade para todos ouvir e esclarecer.

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