Câmara Municipal de Gondomar

Município assinala o Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância
publicado a 1 de abril de 2019

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Gondomar e a Câmara Municipal de Gondomar assinalaram, hoje, na Praça do Cidadão, o início do Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância.

A Presidente da CPCJ de Gondomar, Carla Ramos, frisou a importância desta ação, pois a sensibilização para o drama dos maus-tratos infantis é fulcral para a construção de uma sociedade melhor. “O lema desta CPCJ é a frase ‘Só o coração pode bater’, mas infelizmente, temos muitas crianças onde este lema não chegou, ainda, ao seus lares”, revelou.

“É tempo de mudar a perceção que a sociedade tem das comissões. Estas não são papões, mas antes um garante de proteção aos mais jovens e vulneráveis”, destacou Cláudia Vieira.  A Adjunta do Presidente da Câmara Municipal de Gondomar agradeceu, ainda, o trabalho dedicado e incansável que os técnicos da CPCJ realizam ao longo do ano, porque “ as crianças são o nosso futuro”.

A cerimónia contou com a interpretação, em violino, de uma peça musical por parte de uma aluna da Escola Secundária de Valbom, a declamação de um poema e ainda o lançamento de balões azuis, cor que simboliza o Movimento Internacional da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância.

Durante o mês de abril, a CPCJ levará a cabo várias ações de divulgação, nomeadamente a dinamização do “Jogo dos Direitos” em várias instituições, a realização na Casa da Juventude de Rio Tinto de uma sessão informativa sobre a segurança na Internet e, ainda, a criação de um laço humano, numa ação de âmbito nacional que se desenrolará no dia 30.

Também espaços públicos, como o edifício sede da Câmara e da CPCJ, entre outros, estarão decorados ou iluminados na cor azul, como forma de assinalar e lembrar a importância da temática. O movimento laço azul nasceu em 1989, na Virgínia, Estados Unidos. Este movimento conta a história de Bonnie W. Finney que, devido aos maus-tratos que os seus netos sofriam, tomou a iniciativa de colocar uma fita azul na antena do seu carro, de modo a demonstrar o seu sofrimento e “para fazer com que as pessoas se questionassem”. Rapidamente o movimento ganhou dimensão mundial, sendo celebrado em Portugal desde 2008.