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Área Metropolitana do Porto identifica seis projetos bandeira para o Douro
publicado a 29 de julho de 2015

O Grupo de Trabalho Valorização do Rio Douro constituído, no começo deste ano, no seio da Área Metropolitana do Porto (AMP), por sugestão do Presidente do Município de Gondomar, Marco Martins, apresentou, esta tarde, na Casa Branca de Gramido, o seu primeiro relatório, identificando seis projetos bandeira: reforço da circulação pedonável e ciclável na Ponte Luiz I; travessia entre as ribeiras do Porto e Vila Nova de Gaia; conversão do tabuleiro da Ponte D. Maria para ecopista; valorização do Laboratório Eng.º Ed¬gar Cardoso, em Quebrantões, incluindo a insta¬lação de um Museu das Pontes; criação de uma Casa de Memória do Rio Douro em Gondomar, com eventual articulação com o núcleo piscatório de Ribeira do Abade (Val¬bom); e o cais da Lixa/Covelo, permitindo a acostagem de embarcações marítimo turísticas e de recreio.

Rio Fernandes, que coordenou o grupo de trabalho que envolveu os municípios de Gondomar, Porto, Santa Maria da Feira e Vila Nova de Gaia, fez a apresentação do relatório e sublinhou que o documento “não é uma proposta final, mas sintetiza ações concretas”, sendo que o rio Douro, em muitos casos, “funciona como uma interface”.

Numa breve intervenção de boas-vindas aos autarcas presentes, Marco Martins, Presidente da Câmara Municipal de Gondomar, destacou a “opção estratégica” do Douro, como “âncora fundamental no desenvolvimento de Gondomar”.

Visivelmente satisfeito, Hermínio Loureiro, Presidente do Conselho Metropolitano do Porto, deixou bem vincado que “não é assim há muitos anos que isto era absolutamente impossível”, referindo-se ao facto de num período muito curto ter sido possível sentar autarcas de várias sensibilidades que partilhassem ideias e projetos intermunicipais. O Presidente do Conselho Metropolitano do Porto refira-se aos projetos de qualificação urbana da Circunvalação (envolvendo os municípios de Gondomar, Maia Matosinhos e Porto), das Serras do Porto (Gondomar, Paredes e Valongo) e de valorização do Douro (Gondomar, Porto, Santa Maria da Feira e Vila Nova de Gaia). “Por isso, nós estamos a fazer história”, disse. “Este trabalho dá-nos força para podermos reclamar instrumentos financeiros”, concluiu o Presidente do Conselho Metropolitano do Porto.

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