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AMP aprova em Gramido proposta alternativa para reprogramação de fundos
publicado a 9 de abril de 2018

O Conselho Metropolitano do Porto (CmP), aprovou hoje por unanimidade, na Casa Branca de Gramido, em Gondomar, uma proposta para a reprogramação dos fundos comunitários que é “claramente conflituante” com o documento apresentado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN). A reunião do CmP foi antecedida por uma breve declaração de boas-vindas do Presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Marco Martins, que hoje foi o anfitrião do encontro.

A recusa da proposta da CCDRN “foi assumida no Conselho Regional do Norte, onde os 83 municípios deixaram bem claro que não estavam satisfeitos”, e a posição dos autarcas é a de “não se ficar pela recusa e ter uma proposta construtiva, articulada com as Comunidades Intermunicipais da Região”, afirmou o presidente do CmP, Eduardo Vítor Rodrigues.

Segundo Eduardo Vítor Rodrigues, o documento hoje aprovado na Área Metropolitana do Porto (AMP) vai ser “assumido” na segunda-feira, na terceira reunião com as Comunidades Intermunicipais da região, que terá lugar em Braga, para depois ser entregue “em mãos” ao primeiro-ministro, António Costa. “Temos opções completamente diferentes” das apresentadas pela CCDRN, disse, acrescentando que a ideia é que “o dinheiro que está a ser reprogramado fique na região” em vez de servir “ao financiamento do Orçamento do Estado”.

Segundo Eduardo Vítor, não se trata de estar “contra ninguém”, mas de rejeitar que, “mais uma vez, se insista nos erros” cometido aquando da programação do Portugal 2020.

“Enquanto a região esteve dividida, imperou quem trazia a proposta. Agora a região não está dividida, está unida, as CIM e AMP estão unidas no mesmo pressuposto, e a AMP tomou consciência de que tem que abdicar de algum do seu poder e alguns dos seus recursos em nome da coesão da região”, disse.

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