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Gondomarenses voltam a poder fruir do Monte Crasto
publicado a 16 de julho de 2014

Os munícipes de Gondomar vão poder voltar a visitar e a fruir do Monte Crasto. Ex-libris da cidade de Gondomar (S. Cosme), com relevante património natural, cultural, religioso, etnográfico e arquitetónico, o Monte Crasto volta, assim, a poder ser usado pela comunidade.

A Câmara Municipal de Gondomar e a Confraria de Santo Isidoro e Nossa Senhora da Lapa assinaram, hoje à tarde, um protocolo de colaboração e desenvolvimento que visa a utilização pública, a conservação e a dinamização do Monte Crasto.

O Presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Marco Martins, assinalou, na sessão solene, a que assistiram vários membros do Executivo, a importância do Monte Crasto como símbolo de Gondomar, bem como as suas qualidades singulares, que urge proteger e promover, não apenas no âmbito municipal, mas também inserido no Grande Porto, onde pontifica como elemento natural. Sublinhou também Marco Martins que o interesse da Câmara Municipal é o de permitir que o Monte Crasto esteja em condições de ser desfrutado pela comunidade, como, num passado já relativamente longínquo, acontecera. Essa era uma exigência legítima, de longo tempo, da população gondomarense.

Logo após a tomada de posse, o atual Executivo encetou diligências junto da Confraria de Santo Isidoro e Nossa Senhora da Lapa para que se ponderasse a possibilidade de protocolar com a Câmara Municipal a conservação, desenvolvimento e promoção do Monte Crasto, o que se considerou medida de muito relevante interesse público. Nos últimos meses tiveram lugar várias reuniões entre a Confraria e a Câmara, em processo acompanhado mais de perto pelo Vice-Presidente Luís Filipe de Araújo, tendo sido possível assinar do presente protocolo.

Para a concretização do protocolo, que será em breve objeto de regulamentação específica, o Município colocará no Monte Crasto dois funcionários em permanência, com funções de vigilância e de manutenção, disponibilizará meios técnicos e materiais necessários à manutenção do espaço e promoverá o Monte Crasto enquanto símbolo municipal.

As primeiras obras terão início muito em breve, designadamente no que diz respeito às instalações de apoio e sanitárias que se encontram vandalizadas e em avançado estado de degradação.

É ainda relevante referir a colaboração que já está a ser prestada pelo Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto, para o inventário da estrutura arbórea e do coberto vegetal, com interesse ecológico, do Monte Crasto, em parceria com o Pelouro do Ambiente.

A presença do Padre Alípio Barbosa registou também o interessado envolvimento da Paróquia de S. Cosme na celebração do presente protocolo.

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