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Festival Internacional de Música de Plectro

A revolução operada em Portugal pela OPGBAC - Associação Cultural de Plectro no que diz respeito à música de corda beliscada é algo incontornável. O Festival Internacional de Música de Plectro é uma das maiores apostas da associação pois permite ao público ter contacto com o que de melhor se faz a nível mundial nesta área.

No primeiro ano do Festival Internacional de Música de Plectro, em 2012, foi possível trazer a Portugal talvez o mais reputado grupo de música de plectro barroca, o Artemandoline Barroque Ensemble, onde numa chuvosa noite de outubro se conseguiu uma assistência a rondar as 500 pessoas.

A segunda edição do Festival, em 2013, realizou-se durante todos os fins-de-semana do mês de outubro, sempre aos domingos às 18h, em quatro auditórios do Município da Maia, que receberam quatro reputados grupos de renome mundial: Orquestra de Bandolins de Esmoriz, Ciglia Ensemble, Quarteto Parnaso e, do Luxemburgo, o Ensemble à plectre d'Esch-sur-Alzett.

Em 2016, e já com a Associação sediada em Rio Tinto, realiza-se o Festival Internacional de Plectro "Concelho de Gondomar", que se realizou entre 8 e 10 de julho em diversos espaços do Município de Gondomar, com concertos, oficinas, masterclass e conferências. Vindos de Espanha, o Dúo Chamorro-Mateo ofereceu um fantástico concerto, assim como a Orquestra de Cordas Dedilhadas do Minho, não esquecendo a “nossa” OPGB, no concerto de encerramento, dirigida pelo Maestro Pedro Chamorro.

A quarta edição teve lugar em Gondomar a 23 de setembro de 2017, e esteve repleta de novidades que permitiram adequar o FIMP à dinâmica cultural de Gondomar. Porque consideramos que o FIMP tem um potencial enorme devido às características singulares que o diferenciam, sendo o único festival de Música de Plectro do país, quisemos associá-lo à marca “Gondomar é D’Ouro”. Ao associar o FIMP a uma marca forte e reconhecida internacionalmente como a de Gondomar, acreditamos fazer de Gondomar também a Capital da Música de Plectro.

A edição desse ano contou também com a estreia de um novo formato: cinco eventos praticamente consecutivos, em cinco locais diferentes realizados num intervalo de sete horas. Este novo formato do FIMP adequou-se bastante bem por ter estado, nesta edição, inserido nas Festas de Gondomar, e ter permitido imprimir uma dinâmica cultural extraordinária ao oferecer uma programação heterogénea em locais tão distintos quão foram o Salão Nobre da Câmara Municipal, o extraordinário anfiteatro ao ar livre do Largo do Souto, o moderno Auditório Municipal, o acolhedor Passeio 25 de Abril, e a histórica e bela Casa Branca de Gramido. Todos os eventos foram gratuitos para o público. Esta edição estreou também a componente de Animação de Rua. No meio do Passeio 25 de Abril foi formada uma Roda de Choro, de participação livre e informal, que acolheu músicos oriundos de Portugal e Brasil. Esta atividade ocorreu ao final da tarde e animou quem por lá passou, incluindo público e artistas participantes no festival. Esta edição contou então com a participação dos grupos Guitarcelo Trio, Os Lusíadas, Choro das 3 (Brasil) e Júlio Pereira.

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