Promover a autonomia, reforçar competências e criar respostas próximas das necessidades de cada comunidade são os principais objetivos do Programa de Intervenção Comunitária, que o Município de Gondomar está a dinamizar junto de pessoas em situação de maior vulnerabilidade. Depois de ter envolvido 265 participantes no primeiro ano, o programa prossegue em 2026 com mais de 40 sessões previstas e uma participação estimada em cerca de 650 pessoas.
Criado em 2025, o programa nasceu da identificação de necessidades concretas junto da população, procurando aproximar as respostas sociais das pessoas e das comunidades e desenvolver ações ajustadas às diferentes realidades do concelho.
Através de sessões dedicadas a temas com impacto no dia a dia, os participantes têm acesso a informação, conhecimentos e ferramentas que procuram contribuir para uma maior autonomia e capacidade de resposta perante diferentes desafios pessoais, familiares e sociais.
Na primeira edição, realizada em 2025, foram dinamizadas 30 sessões, que envolveram 265 participantes e abordaram temas como parentalidade, dependências, hábitos de vida saudável, literacia digital e autoestima.
Em 2026, o programa prossegue com novas áreas de capacitação ao longo de 43 sessões. Autoconhecimento, autocuidado, direitos sociais online, dependências digitais, jogos de sorte e azar e alimentação saudável são alguns dos temas trabalhados nas diferentes sessões.
Esta quinta-feira, dia 6, realizou-se mais uma destas ações, dedicada ao tema “Refeições saudáveis e compras conscientes”. A sessão proporcionou aos participantes um momento de aprendizagem e partilha sobre alimentação equilibrada, escolhas alimentares e gestão do orçamento familiar, incluindo a reflexão sobre diferentes realidades alimentares e a criação de cabazes e ementas orientadas pela Roda dos Alimentos.
Ao promover conhecimentos e ferramentas aplicáveis ao quotidiano, o Programa de Intervenção Comunitária procura contribuir para uma intervenção social mais próxima e preventiva, que, para além de responder a necessidades concretas, valoriza a autonomia e a capacidade de decisão das pessoas.